Sobre

Em 1998, ainda muito jovem e movida por uma curiosidade que nunca me abandonou, abri um dos primeiros sites de moda do Brasil. Eu programava por hobby, trabalhava com moda por paixão, e o Mais Moda nasceu exatamente desse encontro improvável entre dois mundos que, para mim, sempre fizeram sentido juntos.

O site cresceu. Eu cresci também. Trabalhei em áreas diferentes da moda, atravessei oceanos, visitei feiras internacionais, sentei em desfiles que me marcaram para sempre. Depois mudei de país, de carreira, de ritmo. A vida me levou para a Alemanha, para a maternidade, para pausas necessárias — e para recomeços igualmente profundos.

Entre moda e tecnologia

Desde 2011, trabalho criando sites, apps e oferecendo treinamentos e mentoria para mulheres que querem entrar no mundo da tecnologia. A moda deixou de ser minha profissão, mas nunca deixou de ser meu modo de observar o mundo. Ela segue sendo o fio que costura minhas referências, minha sensibilidade e minha forma de pensar.

A pausa que virou retorno

Com o nascimento da minha filha, em 2018, desliguei o Mais Moda. A maternidade me virou do avesso — e, nesse processo, percebi que o universo das tendências já não conversava comigo. Eu queria menos prescrição e mais verdade. Menos “o que usar” e mais “por que usamos”.

Anos depois, com outra cabeça, outro corpo e outro olhar, senti saudade desse espaço. Saudade das conversas, das trocas, da curiosidade que sempre me moveu. E foi assim, sem pressa, que o Mais Moda voltou.

O que você encontra aqui

O Mais Moda não é um blog de tendências. É um espaço de reflexão. Aqui, moda é tratada como cultura, comportamento, política, mercado e linguagem.

Você vai encontrar:

  • Artigos com contexto, fontes e opinião, para pensar moda além do consumo.
  • Agenda de feiras, semanas de moda e eventos nacionais e internacionais.
  • Diretório de Empresas (Hub Mais Moda) da cadeia têxtil e de moda, em constante expansão.

Quem sou eu

Sou Jackie Girardi. Paulistana nascida em 1976, moro na Alemanha desde 2007 e acredito que um bom vestido pode ser uma declaração política, mas também pode ser só um bom vestido, e está tudo bem.

Sou mãe, desenvolvedora, designer, pesquisadora curiosa e alguém que ainda se emociona com uma costura bem-feita, uma ideia inteligente ou uma conversa que abre janelas.

Se você chegou até aqui, puxa uma cadeira, pega um café. É uma alegria ter sua companhia.